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Muitas daquelas pessoas mais velhas tinham me visto no passado como uma má influência para seus filhos e netos. Eu era o “porra louca” do grupo e não tinha medo de nada, o que me arriscava sempre mais. Isso, inexplicavelmente, fazia com que todos quisessem ser meus amigos e todas as garotas me dessem mole. Na verdade, eu era completamente descontrolado. Boa parte das merdas que fazia nem lembrava depois, ou só em partes, pois geralmente ficava doidão demais, quase em coma alcóolico. Assim, não podia reclamar quando seus pais e avós reclamavam de mim. As perguntas mais frequentes deles eram por que eu tinha voltado à Florada e no que estava trabalhando, obviamente esperando algo como uma notícia ruim ou uma confissão de que havia acabado de sair da prisão. Eu desconversava dizendo que tinha retornado para matar a saudade, mas gostava especialmente de ver o choque deles quando dizia que era funcionário da Agência Brasileira de Informação. - Você trabalha para uma instituição do Governo? – Perguntavam abismados. Eu sabia que logo aquele seria um assunto a ser debatido na cidade e acabava sorrindo, me despedindo e seguindo em frente. Enquanto caminhava de volta para casa, coloquei um cigarro na boca e acendi, dando uma tragada, tentando lembrar as merdas todas que fiz no passado e que pelo visto tinham marcado as pessoas da cidade. Mas me dei conta que tinham sido muitas e dei de ombros, achando melhor nem tentar contar quantas. Fumei meu cigarro, andando displicente, meus olhos passeando em volta. Algumas casas foram pintadas e reformadas, mas fora isso Florada parecia ter parado no tempo e de certa forma isso não era ruim. As ruas continuavam limpas, o hospital era de qualidade, a segurança uma garantia. Mesmo com a favela Sovaco de Cobra perto, soube que a violência não chegava até ali. Minha família e o delegado Ramiro, além da prefeitura, faziam um trabalho conjunto para manter tudo em relativa paz e qualidade de vida. Não era uma cidade moderna, mas boa e tranquila para se viver.

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Quando pisei no quarto novamente, as duas estavam lá. Encarei Anita e soltei: — Achei que tinha sido clara o suficiente. — Me desculpe, eu não deveria ter dito o que disse. Não concordo e nem acho certo; você é tão jovem, eu apenas. eu. — ela soluçou e eu apressei meus passos para abraçá-la. — Shi. tudo vai ficar bem. — Deslizei os dedos por seus cabelos, tentando acalmá-la, e sussurrei. — Eu preciso da minha irmã forte neste momento. Preciso do seu apoio, ou não vou conseguir. Com isso, Anita rapidamente secou as lágrimas e me olhou decidida. — Va bene! Vamos fazer isso. Temos algumas horas até o jantar, então, vamos te deixar mais linda ainda. Alessa sorriu e se aproximou. — Eu gosto disso. Meia hora depois eu vestia um roupão, e uma representante da Valentino me mostrava modelos de vestimenta para um jantar. Eu planejava simplesmente pegar um dos tantos que tinha no meu armário quando Alessa me avisou que receberíamos uma profissional.

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Meus dedos imediatamente ficaram paralisados, e arqueei as sobrancelhas ao me virar para encará-la. — O quê? Ela passou a mão pelo cabelo, e lágrimas brotaram em seus olhos. Jane estava chorando — de novo. Muitas lágrimas em apenas um dia. — Perguntei se você a beijou. — Do que você está falando? — Foi uma pergunta simples. Só me responda. — Não vamos fazer isso. — Você a beijou, não foi? — Ela agora chorava copiosamente, e qualquer tipo de pensamento racional havia desaparecido. Em algum momento entre apagarmos as luzes e minha ida ao escritório, Jane tinha se transformado em um caos emocional. E agora a cabeça dela estava inventando histórias. — Você a beijou. Beijou a minha irmã! Semicerrei os olhos. — Agora não, Jane. — O quê? — Por favor, não tenha um colapso hormonal logo agora.

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Ela já tinha ouvido isso antes. Se tenho que defini-la como parente, Faith era minha irmã adotiva má. Era um show de horrores ambulante. Atualmente bancava a gótica, o que era um tanto obsceno por ser logo depois do massacre de Columbine. Eu e ela nos entendíamos como dois polos magnéticos que se repelem. Neal, o meu padrasto, nos apresentou poucas semanas antes que ele e Mamãe se casassem, e naquele mesmo instante eu soube que jamais seríamos uma família unida e feliz. No máximo, eu conseguia tolerar a Faith em fins de semana alternados, mas depois que a Hannah chegou e meu quarto virou um berçário, tive que dividir um quarto com a Faith no andar de baixo. No dia do meu julgamento, o júri vai entender que a ré cometeu assassinato por motivos justificáveis. Não era todo mundo que conseguia esgotar minha paciência, mas Faith conseguia e sabia disso. Sabia e fazia de propósito. Acariciei a bochecha sedosa de Hannah com os nós dos dedos, me perguntando se algum dia tive uma pele tão perfeita. Mamãe se sentou no braço do sofá, passando os dedos pela minha franja. — Sei o que você acha da Faith. Mas ela ainda é muito nova. — Ela tem quinze anos. — Em um murmúrio, acrescentei: — Indo pra dezesseis! Mamãe suspirou: — Obrigada por ter paciência com ela. Como se eu tivesse alguma. — Não vai ser por muito tempo. Logo, você vai sair de casa para ir à universidade.

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“Acho que sim”, respondi. “Não tenho certeza. Havia algo em minha voz que levou Brenda a dizer, para me confortar: “Até o Ron deixa ela ganhar”. “Que ótimo pra Julie”, retruquei. 3NA MANHÃ SEGUINTE, ENCONTREI uma vaga na Washington Street bem em frente da biblioteca, do outro lado da rua. Tendo chegado vinte minutos antes da hora, resolvi dar uma volta no parque em vez de ir direto para o trabalho; não estava com muita vontade de me juntar a meus colegas, os quais, eu sabia, estariam tomando café na sala de encadernação, ainda recendendo ao Crush de laranja que tinham bebido no fim de semana no Asbury Park. Sentei-me num banco de praça e fiquei olhando para a Broad Street e o tráfego matinal. Os trens de Lackawanna passavam ruidosos alguns quarteirões ao norte dali, e eu julgava poder ouvi-los — aqueles vagões verdes e ensolarados, velhos e limpos, com janelas que abriam até embaixo. Havia dias em que, para fazer hora antes de pegar no trabalho, eu caminhava até os trilhos e ficava vendo as janelas abertas a passar, com cotovelos de homens de terno tropical e quinas de pastas, que pertenciam a executivos que vinham trabalhar na cidade, oriundos de Maplewood, das Oranges e dos subúrbios mais distantes. O parque, que ficava entre a Washington Street a oeste e a Broad Street a leste, estava vazio e à sombra, cheirando a árvores, noite e cocô de cachorro; havia também um leve cheiro de umidade, sinal de que o caminhão de lavar ruas, aquele imenso rinoceronte, já havia passado, encharcando e esfregando as ruas do centro. Atrás de mim, na Washington Street, um pouco abaixo, ficava o Museu de Newark — eu o via sem sequer olhar para ele; dois vasos orientais à sua frente, como se fossem escarradeiras dignas de um rajá, e a seu lado o pequeno anexo a que a escola nos levava de ônibus especial quando éramos pequenos. O anexo era um prédio de tijolo, velho e coberto de trepadeiras, que sempre me fazia pensar na ligação que havia entre Nova Jersey e os primórdios da nação; George Washington fazia treinamentos com seu exército improvisado — era o que uma pequena placa de bronze informava às crianças — naquele exato parque onde eu agora estava. Na extremidade oposta dele, depois do museu, ficava o prédio onde eu cursara a faculdade, que outrora funcionava como banco. Alguns anos antes ele tinha sido convertido numa extensão da Rutgers University; fora justamente na antiga sala de espera do presidente do banco que eu havia feito um curso de Questões Morais Contemporâneas. Embora estivéssemos no verão e eu já houvesse concluído a faculdade três anos antes, não era difícil para mim relembrar os outros alunos, meus colegas, que trabalhavam à noite na Bamberger’s e na Kresge’s e usavam a comissão que recebiam vendendo sapatos femininos de ponta de estoque para pagar os custos do laboratório. E então voltei a olhar para a Broad Street. Espremida entre uma livraria de vitrine encardida e uma lanchonete vagabunda, ficava a marquise de um minúsculo cinema de arte — quantos anos haviam se passado desde o dia em que, sob aquela marquise, eu havia aumentado a idade para poder ver Hedy Lamarr nadando nua em Sinfonia de amor; e depois, tendo dado ao porteiro uma moeda de vinte e cinco centavos a mais, como fiquei decepcionado ao ver a frugalidade de seus encantos eslavos. Sentado no banco do parque, experimentei a sensação de conhecer a fundo a cidade de Newark, uma ligação tão arraigada que era impossível ela não se ramificar em afeto. De repente, eram nove horas e a correria era geral.

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